A Ver Navios
no reinado de D.João VI e Carlota Joaquina

Ficha Artística

Texto Original
Sofia Vinagre, José Gil, Natacha Costa Pereira e Rui Sousa
Direcção de Manipulação
José Gil
Construção das Marionetas
Sofia Vinagre, Natacha Costa Pereira e José Gil
Figurinos das Marionetas
Sofia Vinagre
Pintura das Marionetas
Natacha Costa Pereira
Figurinos dos Marionetistas
Maria Luisa Valbom Gil
Marionetistas
José Gil, Natacha Costa Pereira e Sofia Vinagre, Rui Sousa
Contra-regra
Rui Sousa
Pintura dos Cenários
Natacha Costa Pereira
Estruturas Cénicas
José Gil
Músico (Guitarra Portuguesa)
Rui Sousa
Música Original
Rui Sousa
Pesquisa
Sofia Vinagre e  Natacha Costa Pereira
Co-produção
S.A.Marionetas e Cine-Teatro de Alcobaça

1807, Novembro. Quase às portas de Lisboa as tropas de Napoleão ameaçam fazer capitular o Rei,
como já aconteceu por toda a Europa e mesmo com a vizinha Espanha
com quem tinha anteriormente feito uma coligação.
No gabinete D. João VI reúne com os seus conselheiros. Tem que decidir se entra no Bloqueio Continental decretado por Napoleão contra os Ingleses, ou se parte numa viagem jamais feita por um monarca europeu contando com o apoio dos “sempre presentes e velhos aliados” Ingleses.
Em Lisboa, capital do reino corre-se desenfreadamente. Finalmente foi tomada a decisão há muito pensada e por todos adiada. A corte vai partir numa viagem inédita. Transfere-se a Rainha, o Príncipe Regente, a Princesa sua mulher, os príncipes e as princesas, ministros, conselheiros, tesoureiros, secretários, esmoleres, alcaides, escrivãos, criados, pratas, livros, ouros, quadros, porcelanas… para o outro lado do oceano.
Assim tem início o espectáculo que conta a grande aventura de D. João VI
e toda a sua corte no Brasil. Conta-se como foi e porque foi.
O elenco conta com 22 marionetas de fios que representam o D. João, D. Carlota, D. Maria, os filhos D. Pedro e D. Miguel, os Conselheiros D. Rodrigo de Sousa Coutinho, António Araújo e Azevedo, William Beresford, Lord Strangford, entre outros e como não podia deixar de ser Napoleão Bonaparte.
Inicia-se a narrativa com a partida da corte para o Brasil e o impacto da mesma na vida da colónia, regressando por momentos a Portugal e às Guerras Peninsulares, para de novo voltar às peripécias da vida quotidiana do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarve do outro lado do Oceano. No final teremos D. Pedro que fica e Napoleão que confessa ter sido enganado.
Destaca-se ainda o grande rigor na confecção dos figurinos das marionetas
bem como de cenários e estruturas cénicas que se baseiam em originais da época.

 

                           Espectáculo integrado nas comemorações dos 200 anos Portugal / Brasil

Ficha Técnica

Técnica:
marionetas de fios
Duração:
55 min.
Altura:
3m
Profundidade:
5m
Largura:
4m
Montagem: 3h00
Desmontagem: 2h00
Espaço de apoio: 1 camarim
Classificação: maiores de 6 anos
Máximo de espectadores: 200



Apoio:

OUTRAS FOTOGRAFIAS DE  JOÃO COSTA EM  http://olhares.aeiou.pt/JoaoCCosta

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